A mais bela gordinha do Distrito Federal tradicional – Luana Lima

Hey, Habib! Conheça “A mais bela gordinha do Distrito Federal tradicional”. Luana Lima é a representante brasiliense no concurso “A mais bela gordinha do Brasil” na categoria tradicional. O evento criado pela modelo plus size e produtora de eventos Cláudia Ferreira,acontecerá no dia 16 de julho na cidade das Artes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Conheça a história por trás da representante, bem como sua visão acerca de questões fundamentais quando eleita modelo de representatividade para uma sociedade em desconstrução.

É uma grande alegria ter sua participação em um concurso de nível nacional que valoriza a beleza das gordinhas do Brasil. Conta pra gente um pouco de você, da sua história, o que você faz e sobre a atual relação com a sua beleza e seu corpo.

“Meu nome é Luana Lima, nasci em Ceilândia-DF, mas morei por 20 anos no Tocantins. Até os 27 anos era magra, jogava futebol, cantava e tinha uma vida muito ativa. Tive um distúrbio hormonal e engordei 50 quilos. Quando você é magra e engorda de uma forma tão abrupta é difícil entender o seu corpo e se aceitar. Pois a exaltação apreensiva e impositiva de um único padrão pela sociedade é muito grande. Então, tive que buscar dentro de mim, novas maneiras, para lhe dar com essas mudanças. E entender que cada ser humano é único e singular. E que não somente os padrões clássicos são bonitos. Bonito é amar a si próprio, independentemente do que pensem”.

O concurso “A mais bela gordinha do Brasil” tem como objetivo principal a elevação da autoestima e valorização da mulher real no país, tornando essa representatividade uma grande responsabilidade quando se é escolhida. O que você sentiu no momento da sua seleção e o que você busca passar na posição de destaque na qual se encontra?

Me sinto orgulhosa em representar o DF, o lugar onde nasci e escolhi viver. Ao mesmo tempo é uma responsabilidades muito grande, representar na minha pessoa, o povo que vive e trabalha aqui, a história da nossa capital, os pontos turísticos, nossos monumentos e tudo que é produzido aqui. Eu busco passar as pessoas, que busquem respeitar as diferenças. Vivemos em um país de miscigenação e cada ser humano é único. Nós mulheres precisamos entender que nem tudo é uma competição e que devemos amar umas as outras e sermos solidárias”.

Em uma sociedade gordofóbica em processo de desconstrução, onde você enxerga que está a verdadeira problemática quanto à esse tipo de preconceito e qual solução real você indicaria para sanar de vez a questão?

“O principal problema da gordofobia, está na imposição da mídia sobre a padronização de corpos. A solução é debater o assunto, buscar ajuda do poder público e a sociedade civil para combater, criar soluções e mecanismos de prevenção ao preconceito”.

Uma mulher fora dos padrões, principalmente quando acima do peso, sofre uma série de preconceitos, discriminações, dentre outros ataques internos e externos que podem levar a sérios problemas de saúde como a depressão, transtornos alimentares, dentre outros. Você já sofreu algo do tipo? Que conselho você poderia deixar para a mulher, independente da idade, que está passando por essa situação vexatória e qual argumento de conscientização você poderia deixar para o agressor que comete tais atos?

“Sim, já tive um namorado que se incomodou com o meu peso e tinha vergonha de assumir o relacionamento, sempre com desculpas e conversas desencontradas. Uma chefe que fazia questão de dizer que gordo ocupada espaço e para os cerimoniais e formaturas chamavam apenas as funcionárias magras. E pra completar, as inúmeras pessoas que me mandavam emagrecer por ter um rosto bonito. Mas de toda história vivida se tem uma lição, ao ex namorado eu sempre digo, que não precisamos mudar o nosso corpo, para se encaixar em ninguém. As pessoas é que devem respeitar as singularidades. A ex chefe, apenas ela perde excelentes profissionais, pois julga um livro pela capa. E as pessoas que valorizam o rostinho bonito, que cuidem das suas vidas. Amem mais e apontem menos”.

Engana-se quem pensa que para ser A mais bela gordinha do Distrito Federal tradicional, pode-se ter hábitos desregulados, ou não precisa seguir uma série de cuidados com a saúde e práticas de beleza, certo? Deixa pra gente suas melhores dicas para manter o corpão com saúde e a beleza cada vez mais exuberante!

“Engana -se quem acha que por sermos GORDINHAS, somos sedentárias. Eu tenho uma rotina bem puxada. Mas não deixo de cuidar da minha saúde e beleza. Faço diariamente 4 km de caminhada, tomo 3 litros de água por dia. E uma dica muito importante, e que eu jamais fico sem, são os cremes dia e noite, e o protetor solar. Aqui em Brasília o clima é bem seco e hidratar a pele é fundamental”.

JOGO R Á P I D O ! Sobre A mais bela gordinha do Distrito Federal tradicional”, responda com uma palavra:

  • 1- Minha maior vantagem quanto às outras candidatas: MOTIVAÇÃO.
  • 2- Meu maior desafio nesse concurso: SUPERAÇÃO.
  • 3- O concurso “a mais bela gordinha do Brasil” significa: OPORTUNIDADES.
  • 4- Minha maior luta é: ACEITAÇÃO.
  • 5- Eu mereço ganhar porque: tenho orgulho de ser quem eu sou e de poder representar a minha unidade federativa.

Agora que você conheceu A mais bela gordinha do Distrito Federal tradicional, pode refletir melhor sobre sua história, bem como sua visão acerca de questões fundamentais quando eleita modelo de representatividade para uma sociedade em desconstrução. Pronta para decidir para quem vai a sua torcida no concurso A mais bela gordinha do Brasil? Clique AQUI para saber mais sobre o grande dia e acompanhe as demais entrevistas com as candidatas clicando AQUI. Gostou? Acesse diariamente a Revista Oka e conheça histórias surpreendentes de mulheres empoderadas que fazem a diferença!

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