A mais bela gordinha de Pernambuco tradicional – Daisy Almeida

Hey, Habib! Conheça “A mais bela gordinha de Pernambuco tradicional”. Daisy Almeida é a representante pernambucana no concurso “A mais bela gordinha do Brasil” na categoria tradicional. O evento criado pela modelo plus size e produtora de eventos Cláudia Ferreira,acontecerá no dia 16 de julho na cidade das Artes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Conheça a história por trás da representante, bem como sua visão acerca de questões fundamentais quando eleita modelo de representatividade para uma sociedade em desconstrução.

É uma grande alegria ter sua participação em um concurso de nível nacional que valoriza a beleza das gordinhas do Brasil. Conta pra gente um pouco de você, da sua história, o que você faz e sobre a atual relação com a sua beleza e seu corpo.

“A alegria é nossa de ter um concurso desse porte e que abre portas para tantas mulheres, de culturas diversas e com historia lindas e encantadoras.
Bem, atualmente divido meu trabalho em uma industria no ramo de engenharia civil ( nada haver – risos), com o trabalho de influencer digital. Como todo ser humano, demorou um pouco pra ter a” alegria “com meu corpo, mas depois da “alegria” que á o verdadeiro sentido da sua aceitação pessoal, tudo ficou mais fácil, deixei os “grilos” de lado e comecei a viver e espero estar escrevendo uma linda historia e inspirando tantas outras”.

O concurso “A mais bela gordinha do Brasil” tem como objetivo principal a elevação da autoestima e valorização da mulher real no país, tornando essa representatividade uma grande responsabilidade quando se é escolhida. O que você sentiu no momento da sua seleção e o que você busca passar na posição de destaque na qual se encontra?

“Realmente é de uma grande responsabilidade; quando você sai dos bastidores e vai pro palco, você tem não só sua causa para representar mas sim a de tantas outras. Meu maior objetivo é de fato inspirar outras mulheres, já recebi muitos relatos de mulheres que começaram a se amar, após começarem a me acompanhar e nossa, como isso é prazeroso, saber que estou sendo essa inspiração e me deixa ainda mais confiante e certa que estou no caminho certo”.

Em uma sociedade gordofóbica em processo de desconstrução, onde você enxerga que está a verdadeira problemática quanto à esse tipo de preconceito e qual solução real você indicaria para sanar de vez a questão?

“Creio que o principal ponto é um trabalho educativo e politico, nesse aspecto ser gordo não é problema do outro, como ser magro também não é. A exigências de padrões hoje é muito complicado, como posso educar uma criança que não sabe nada, que ter uns quilinhos a mais que sua colega é errado? Como fica a cabeça dela”?

“Precisamos de apoio educativo politico, total nessas questões e sinceramente, vejo que tem diminuído essas questões, mas ainda estamos muito longe e outra questão e que subo a bandeira é que não faço apologia a obesidade de nenhuma forma, minha apologia é sobre eu me aceitar e o outro me aceitar como eu sou. Gordinha, e dentro do padrão que eu me sinto bem e realizada”.

Uma mulher fora dos padrões, principalmente quando acima do peso, sofre uma série de preconceitos, discriminações, dentre outros ataques internos e externos que podem levar a sérios problemas de saúde como a depressão, transtornos alimentares, dentre outros. Você já sofreu algo do tipo? Que conselho você poderia deixar para a mulher, independente da idade, que está passando por essa situação vexatória e qual argumento de conscientização você poderia deixar para o agressor que comete tais atos?

Bem, até eu me equilibrar vamos dizer assim, sofri muito a todo custo emagrecer com dietas mirabolantes, treinos acima da capacidade e etc. Até que conheci uma nutricionista que foi um anjo na minha vida, que simplesmente me disse. Daisy você é gordinha, seu padrão é ser gordinha o que você pode é melhorar sua alimentação para questões de saúde e assim se sentir melhor”.

“De fato foi isso que fiz e hoje faço uma dieta sem me privar mas com limites e sem culpas. Treino, faço drenagem, cuido de mim. Meu conselho é este: se aceite e quem faz esse tipo de xingamentos simplesmente PARE; você não sabe o poder que sua palavra tem e isso é muito serio pois pode destruir uma vida pra sempre”.

Engana-se quem pensa que para ser A mais bela gordinha de Pernambuco tradicional, pode-se ter hábitos desregulados, ou não precisa seguir uma série de cuidados com a saúde e práticas de beleza, certo? Deixa pra gente suas melhores dicas para manter o corpão com saúde e a beleza cada vez mais exuberante!

“De fato não é (risos). Eu mesma tenho o acompanhamento com nutricionista, treino, faço massagens, cuido da pele. Água é o segredo de tudo, amo estar com cabelos, unhas, pele sempre muito bem hidratados e hoje te digo que antes mesmo de cuidar do externo, também comecei a cuidar do meu interno, ou seja um bom acompanhamento psicológico; é muito bom, cuidar da sua mente é essencial”.

JOGO R Á P I D O ! Sobre A mais bela gordinha de Pernambuco tradicional”, responda com uma palavra:

  • 1- Minha maior vantagem quanto às outras candidatas: DETERMINAÇÃO.
  • 2- Meu maior desafio nesse concurso: ACEITAÇÃO.
  • 3- O concurso “a mais bela gordinha do Brasil” significa: REALIZAÇÃO.
  • 4- Minha maior luta é: SORORIDADE.
  • 5- Eu mereço ganhar porque: Todas merecem. Que a ganhadora saiba da sua responsabilidade de representar tantas outras, uma nação.

Agora que você conheceu A mais bela gordinha de Pernambuco tradicional, pode refletir melhor sobre sua história, bem como sua visão acerca de questões fundamentais quando eleita modelo de representatividade para uma sociedade em desconstrução. Pronta para decidir para quem vai a sua torcida no concurso A mais bela gordinha do Brasil? Clique AQUI para saber mais sobre o grande dia e acompanhe as demais entrevistas com as candidatas clicando AQUI. Gostou? Acesse diariamente a Revista Oka e conheça histórias surpreendentes de mulheres empoderadas que fazem a diferença!

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