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A trajetória de uma psicóloga com Mariana Borges | Revista Oka
A trajetória de uma psicóloga com Mariana Borges | Revista Oka

A trajetória de uma psicóloga com Mariana Borges

Hey, Habib! A Revista Oka dá início a uma série de entrevistas com mulheres reais e super inspiradoras. Na pauta de hoje nossa convidada, Mariana Borges, compartilhou conosco a trajetória de uma psicóloga. Nos presenteando com um lado mais realista da profissão, Mariana conta que descobriu sua vocação bem cedo. Além disso, ela aborda a trajetória de uma recém formada e muitos tabus e desafios oriundos da trajetória de uma psicóloga. Confira!

Um pouco sobre a convidada

A trajetória de uma psicóloga com Mariana Borges
A trajetória de uma psicóloga com Mariana Borges

Sou Mariana Borges, 28 anos, Psicóloga, natural de Aracaju-SE. Sou filha única, geminiana, amante da vida e defensora da positividade e bom humor. Minha escolha da profissão teve início nos auge dos meus 12 anos, sendo que prestaria vestibular aos 18 anos. Cursei Psicologia numa Universidade particular; posso dizer que foram os melhores 5 anos da minha vida.

Sempre fui muito dedicada nos estudos durante a faculdade, é muito prazeroso estudar o que se ama. Durante a faculdade vivi os perrengues de todo estudante: transporte público, infinitas xerox, trabalhos em grupos (que quase sempre dava briga). No trabalho de conclusão de curso desenvolvi até uma infecção urinária devido a tamanha pressão. Mas voltaria tudo novamente.

A tão sonhada formatura x os primeiros obstáculos

Chegou a tão sonhada formatura e a escolha da abordagem a seguir carreira. Sou Psicóloga Clínica e trabalho com psicoterapia breve em abordagem psicanalítica. Atendendo adolescentes e adultos, o público infantil necessita de um olhar mais específico e além do mais sou encantada pelo universo dos adolescentes.

Primeiro obstáculo enquanto recém formada? Pagamento da anuidade do conselho [risos]. Mas como assim eu nem iniciei a trabalhar e já tenho que pagar tanto para dar início a minha profissão? Pois bem, nem tudo são flores [risos]. Outro choque de realidade é que os pacientes demoram a aparecer [risos]. As vezes o seu valor de consulta assusta, as vezes a pessoa acha que psicologia é balela e que conselho todo mundo pode dar.

Pois bem, digo que não é bem assim. O autoconhecimento te da um poder inexplicável. Sempre seguindo a ética que me foi ensinada e, claro, jamais passando dos limites do meu paciente, o respeitando, colocando-o como figura de autonomia enquanto terapia. Me sinto realizada na escolha de fiz. Sou grata a todos que me incentivaram e me buscam para uma escuta profissional e uma ajuda.

Desafios, tabus e uma missão

A pandemia trouxe inúmeros desafios para o ser humano enquanto psicológicos, sociais e até mesmo em outras vertentes. Poucos ficaram confortáveis com sua própria companhia enquanto isolamento e isto trás à tona o quanto o indivíduo estava distante de si antes da pandemia.

Muitos tabus sondam o universo da psicologia, perguntas como: você pode ler mentes? Ah mas psicólogo chora? Fazer terapia pra que?! Vai lavar pratos que passa! Mas a minha profissão ainda é muito recente no Brasil. Ainda nem temos 60 anos que exercemos. Mas, jamais me calarei enquanto eu puder ecoar sobre as maravilhas que a terapia proporciona a todos que buscam por uma consulta.

Hey, Habib! Agora que você conheceu um pouco da real trajetória de uma psicóloga, que tal CLICAR AQUI e conferir mais uma matéria com a psicóloga Mariana Borges sobre inteligência emocional?

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