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Carima Orra: Conheça a brasileira muçulmana que é sucesso nas redes sociais
Carima Orra: Conheça a brasileira muçulmana que é sucesso nas redes sociais

Carima Orra: Conheça a brasileira muçulmana que é sucesso nas redes sociais

Hey, Habib! Conheça Carima Orra, uma brasileira muçulmana que é sucesso nas redes sociais. Mãe de três meninos, palestrante e educadora, ela consegue conciliar a sua vida como empreendedora e influenciadora digital. Um dos grandes atrativos de Carima, é mostrar o seu lifestyle e desmistificar preconceitos sobre a sua religião, o uso de véu, casamento, maternidade, estudo, trabalho e vaidade. Pensando nisso, a convidamos para compartilhar tudo isso com a gente. Confira!

Sobre a entrevistada

Carima Orra - Foto: Acervo Pessoal
Carima Orra – Foto: Acervo Pessoal

[Revista Oka] Carima, é um prazer te-la na Revista Oka para essa entrevista. Por favor, apresente-se para nossas leitoras que ainda não lhe conhecem.

[Carima] Meu nome é Carima Orra, mulçulmana, descendente de Libanês, tenho 26 anos, sou casada, de São Paulo, empresária e digital Influencer.

[Revista Oka] Como é ser uma muçulmana e viver em um país com tanta diversidade cultural e religiosa?

[Carima] Eu nasci no Brasil, já sendo muçulmana, então sempre fui ‘diferente’ das outras pessoas. Não que isso fosse ruim, mas eu sabia que quando andasse na rua as pessoas me olhariam com um olhar curioso. Já sofri preconceitos por usar o véu, mas também sou alvo de elogios. As pessoas que entendem o motivo acham sempre lindo!

Empoderamento e empreendedorismo

[Revista Oka] Você consegue perceber, nos dias de hoje, o empoderamento feminino em mulheres muçulmanas?

[Carima] Sim! Hoje as pessoas mudaram. Inclusive, a mulher muçulmana, dentro da sociedade, está buscando conhecimento, sendo pró ativa e empoderada!

[Revista Oka] Conta pra gente como nasceu o seu e-commerce e como vem sendo empreender.

[Carima] Meu e-commerce nasceu da minha inquietude na vida (risos). Eu sempre trabalhei ou estudei, nunca fiquei parada. Com a maternidade, a vida se agitou um pouco, mas eu ainda via a necessidade de um momento para mim. Foi aí que surgiu a Bali Bebê, que é uma quarta filha para mim.

Preconceitos x vaidade | Carima Orra

[Revista Oka] Muitos tem uma visão preconceituosa sobre a vida de mulheres muçulmanas. Onde, nessa visão, as mesmas são submissas, não podem estudar, trabalhar fora, ter vaidade, tem casamentos arranjados, etc. Conta pra gente a sua realidade e desmistifica isso pra gente.

[Carima] Isso é verdade, mas estamos conseguindo mudar esse esteriótipos através das mídias sociais. O casamento, é uma escolha do casal. Não existe casamento arranjado! O homem tem várias obrigações dentro do casamento, assim como as mulheres. Isso não significa que somos submissas, mas que temos obrigações como mãe, esposa. Quanto ao trabalho e estudo, todos os muçulmanos devem estar em busca do conhecimento, sempre. Inclusive, as mulheres. Para que, com esse conhecimento, os transformemos em trabalho, servindo a Deus e a sociedade.

[Revista Oka] Falando em vaidade, quais tipos de cuidados você tem com a pele e os cabelos?

[Carima] Eu amo me cuidar, sempre. Tenho rotina de skin care, diurna e noturna. Sempre estou atenta a novos produtos (sempre com ajuda da minha dermatologista, claro). Com o cabelo também. Procuro cortar sempre as pontinhas, manter hidratado e bem cuidado.

Rotina, posicionamento e liberdade por Carima Orra

[Revista Oka] Como você concilia a vida como mulher, mãe, esposa, empreendedora e influenciadora digital?

[Carima] Faço tudo cronometrado, sempre. Minha rotina me ajuda muito a conciliar tudo. Minha prioridade é sempre filhos e marido. Desmarco qualquer outro compromisso relacionado a trabalho se algum deles está precisando de mim.

[Revista Oka] Você já enfrentou ou ainda enfrenta alguma forma de preconceito por ser uma mulher muçulmana?

[Carima] Sim. Já perdi uma vaga de emprego em uma escola canadense por conta do véu. Queriam que eu o tirasse. Recusei, obviamente.

[Revista Oka] Quais pontos você gostaria de esclarecer para as mulheres não muçulmanas sobre as visões erradas, que você percebe que elas tem, com relação ao Islã?

[Carima] A visão de submissão. Algumas mulheres perderam a feminilidade e buscam ofender ou enfrentar, ou pior, julgar outra mulher que queira estar em casa cuidando da família. Ou, até mesmo, que queira andar coberta. Inclusive, que aja diferente do que elas acreditem ser liberdade. Ser livre é poder escolher ser o que você quiser!

Hey, Habib! Agora que você conheceu a influenciadora Carima Orra, CLIQUE AQUI para ter dicas para modelos iniciantes, pela modelo internacional, Nicole Ribeiro.

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