Ser o rosto da marca não significa criar um personagem.
Ser o rosto da marca não significa criar um personagem.

Ser o rosto da marca não significa criar um personagem.

Um erro comum começa quando o empresário decide assumir o protagonismo da sua empresa, representando sua marca ainda sem sentir segurança de ser quem ele realmente é.

Sem direcionamento e estratégia, acaba criando um personagem de forma aleatória a fim de demonstrar ser, enquanto em rede social, uma pessoa que, no seu achismo, será melhor aceita por seu público.

Salvo raras exceções. isso não se aplica a negócios onde a audiência busca se conectar com uma pessoa real, acompanhar sua rotina, observar suas fraquezas e virtudes, sua comunicação, vestimenta e todos os aspectos que a tornam única.

Nesse caso, é fundamental que exista coerência, através de um alinhamento estratégico entre o empresário e sua empresa, refletindo, sem ruídos de comunicação, em todas as mensagens a serem transmitidas.

Então, mais uma vez, não confunda ser protagonista da sua marca com incorporar um personagem para vender seu produto ou serviço.

Você precisa encontrar uma maneira de transmitir sua personalidade, essência e valores de forma que represente a sua empresa e cause impacto no seu cliente ideal.

Seria esse o seu caso?

Rafaella Oka | Image Strategist

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