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Carreira como terapeuta holística tântrica com Adriane Wos | Revista Oka
Carreira como terapeuta holística tântrica com Adriane Wos | Revista Oka

A carreira como terapeuta holística tântrica com Adriane Wos

Hey, Habib! A Revista Oka dá início a uma série de entrevistas com mulheres reais e super inspiradoras. Na pauta de hoje nossa convidada, Adriane Wos, compartilhou um pouco da sua carreira como terapeuta holística tântrica. Além de dividir conosco um pouco da sua história de vida, Adriane falou sobre seu processo de autoconhecimento até iniciar a sua carreira como terapeuta holística tântrica. Confira!

A história da convidada

A carreira como terapeuta holística tântrica com Adriane Wos
A carreira como terapeuta holística tântrica com Adriane Wos

Tenho 48 anos, fui empresária por 20 anos, casada por 23, duas filhas lindas, e feliz. Mas, sentia que faltava alguma coisa na minha vida, e era um sentimento forte. Não conseguia entender essa falta, inclusive me recriminava por isso. Eu, desde criança, sempre fui sensível aos problemas alheios. Tinha uma vontade absurda de ser útil, ajudar no que fosse possível, deixava de comer se tivesse alguém passando fome ao meu lado.

Sempre recebia pedido de ajuda de amigas e até desconhecidos mas, principalmente, sempre fui uma boa ouvinte e adorava dar conselhos. Sempre tive facilidade em perceber os sentimentos alheios. Eu nunca tinha prestado atenção nisso. Só fui me dar conta quando fiz terapia, há alguns poucos anos atrás quando sentia “aquela falta de algo em minha vida”.

Um processo de autoconhecimento…

Como empresária quase não tinha tempo pra mim e minha família. Então, acabei optando em deixar de ser empresária para cuidar das meninas, que estavam na idade de fazer aulas extras, etc e tals. Depois de um tempo me vi perdida, um pouco deprimida, sempre acostumada a trabalhar enlouquecidamente. Outras vezes me sentindo culpada. Como sentir esse vazio sendo que não faltava nada em minha vida?

Aos 43 anos resolvi fazer esportes. Escolhi fazer Triathlon, algo que era praticamente impossível. Não nadava, não pedalava e muito menos corria. Foi desafiador mas me apaixonei. Me fez movimentar a energia. Junto, comecei minha busca espiritual, e de uma nova profissão, talvez… o que eu ia fazer? Me formei professora de yoga, reikiana, fiz muitos cursos: aromoterapia, reflexologia…

O início como terapeuta holística tântrica

Mas, na minha casa, isso tudo era algo para fazer depois que me aposentasse. Não tinha nenhum apoio, se é que me entende. Nesse meio tempo acabei também me separando. Um dia uma prima minha me despertou o interesse em me especializar em yoga para mulheres na menopausa. Procurei aqui, ali, mas tinha pouca coisa nessa área. Eis que dentro desta busca descobri o poder da nossa energia sexual e, consequentemente, o Tantra, algo que até um tempo atrás eu tinha um certo preconceito (por pura falta de conhecimento).

Aqui vou colocar um “parênteses”. Sempre fui muito reprimida sexualmente, pela minha educação e até mesmo pelo patriarcado e nossa sociedade. Um total tabu na minha vida. Li muito a respeito e fui, cada vez mais, me interessando. Procurei alguns cursos no Brasil mas achei alguns muito sexualizados. Até que fui fazer um curso profissionalizante de tantra. Como eu fui parar lá até hoje não sei. Foi lindo, uma libertação das minhas crenças, um despertar da minha sexualidade. Sai de lá transbordando de amor (por mim).

Um verdadeiro divisor de águas

Mas o incrível foi que, dentro deste curso, haviam três mulheres que tinham sido abusadas (meus olhos já se enchem de lágrimas). Bom, nada de incrível nisso né? Mas o processo, o agradecimento pela libertação daquilo que estava preso dentro delas foi a coisa mais linda que eu já presenciei. Ali eu tive a certeza absoluta que eu precisava ajudar as mulheres, quebrar tabus sobre nossa sexualidade, mostrar essa potência divina que está dentro de cada uma de nós.

Ensinar as mulheres a se descobrirem, a conhecerem melhor seu corpo e do que ele é capaz de proporcionar na nossa vida, a se libertarem de traumas e bloqueios. Isso tudo é muito gratificante. Mas como eu ia fazer isso aqui em Curitiba? Como apresentar essa terapia, sem a conotação prostituída? Entre todo esse processo a Dra Alexandra Ongarato, minha maravilhosa ginecologista, que acompanhou tudo de perto, me chamou para fazer parte do corpo clínico do instituto Gris. Um centro especializado na saúde íntima da mulher.

A sexualidade como poder de cura

Toda a repressão e a injustiça cometida contra o corpo e a sexualidade da mulher acabam deixando marcas e criando um ônus para a saúde. É impressionante o número de mulheres que nunca tiveram um orgasmo ou que sentem dor na relação. Outro dado triste é a quantidade de mulheres que foram abusadas. Isso me deu força para que eu passasse por cima de todos os meus bloqueios e preconceitos das pessoas em relação a eu trabalhar a terapia tântrica.

E aqui estou eu, feliz e realizada, atendendo essas mulheres maravilhosas que chegam até minha sala de atendimento. Um lugar seguro e acolhedor para tratar da sexualidade. Não precisa ter alguma disfunção sexual para se consultar, mas também para potencializar sua sexualidade nas massagens tântricas. Aprender a ter múltiplos orgasmos. Hoje, meu trabalho engloba uma terapia complementar sexual bem diversa. Estou fazendo pós graduação em Psicologia positiva e também estudando o Sagrado Feminino.

Hey, Habib! Agora que você conheceu um pouco da carreira de Adriane Wos como terapeuta holística tântrica, que tal CLICAR AQUI para ler sobre empoderamento sexual feminino.

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